Convergência do trabalho com Javier durante a oficina de #arthurscovino em #cuiaba
Convergência do trabalho com Javier Porporatto durante a oficina de #arthurscovino em #cuiaba

Explosões por todo o mundo, e os recentes ataques na França, mostram nossa obsoleta forma de convivência social moldada, por mentiras de história, pela dominação, colonização, racismo e outras maneiras – viris – dissimuladas – competitivas, de ser e pensar na eliminação da vida, da cultura ou do pensamento do outro. Hoje, vivemos a contemporaneidade, estamos naquela “nova era”, propagada nos anos 60/70, que se opunha à idéia de apocalipse – diferente do medo que impõe pelo fim do mundo, como a maioria supõe, a palavra “apocalipse” indica “revelação”; quando Deus revela o que ainda estava em segredo. Infelizmente este “novo mundo” é mais arriscado, em fissuras, fragmentado diante de tantas ausências que buscam, vorazes, referentes de pertencimentos identitários. Ainda não aprendemos a usar a rede – internet , assim como o ISIS – Estado Islâmico -está conseguindo no alistamento de jovens potentes em expressão artística. O cotidiano pede novas saídas, inovações sociais que acompanhem as tecnológicas, que reflitam no coração de todos os homens e, finalmente, no ambiente que promove a vida, nos espaços que vivemos, que transita entre o material e o imaterial.

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